O técnico Otacílio Gonçalves foi contratado para dirigir o time da Vila Capanema na temporada de 1.995, e a base da equipe foi mantida. Dos reforços, destaque para o lateral Guilherme, o ponta Mirandinha, o meia Oberdan e lateral direito Gil Baiano.
A estréia no Campeonato Paranaense aconteceu no dia 5 de fevereiro diante da equipe do Atlético (PR) e os gols de Claudinho e Denílson definiram a vitória por 2x0. O destaque da partida foi o ponta Mirandinha, que deixou a defesa adversária em apuros. Outra boa recordação deste ano também foi contra o Atlético (PR), no dia 26 de março, no estádio Couto Pereira. Numa jogada espetacular, Mirandinha fez de calcanhar o segundo gol da vitória por 2x0. Feito histórico, aplaudido de pé pela torcida adversária e merecedor de uma placa nas sociais do Estádio Durival Britto e Silva.
A final do campeonato aconteceu em duas partidas diante do Coritiba. Na primeira, um empate em 0x0, que levou a tensão para o segundo jogo. No dia 6 de agosto, um golaço de Denílson, aos 44 minutos do 2° tempo, faz explodir a nação tricolor no Pinheirão. Era o tri-campeonato paranaense. A campanha do tri teve 20 vitórias, 8 empates e 4 derrotas, somando 49 pontos. Outro destaque foi o goleiro Régis, ficando 708 minutos sem levar gol.
Neste ano, o Paraná Clube também participou da Copa do Brasil, sendo eliminado nas quartas de final pelo Corinthians. Na primeira partida do confronto, estavam presentes 41.995 pagantes, e um total de 45.559 torcedores compareceram ao estádio Couto Pereira.
Para o campeonato brasileiro de 1995, o Paraná Clube contratou uma comissão técnica de renome nacional: Vanderlei Luxemburgo no comando e Luis Carlos Neves na preparação física. O treinador permaneceu por 15 partidas (6 vitórias, 5 empates e 4 derrotas), sendo substituído por Cleocir dos Santos – Tico, que comandou a equipe nas últimas partidas do certame.
Em sua terceira participação no Campeonato Brasileiro da 1ª divisão, a equipe ficou em 13° lugar, conquistando 8 vitórias, 9 empates e 6 derrotas.