Sempre Paraná

Orgulho de ser Paranista

Home Clube Futebol Esportes Social Patrimônio Torcida Contato

Títulos

Campeão Paranaense 1991

No dia 08 de dezembro de 1991, o Paraná Clube conquistou o seu primeiro título, com menos de dois anos de existência. O tricolor precisava apenas de um empate para sagrar-se campeão. A torcida paranista compunha 85% dos presentes no Estádio Couto Pereira. Ainda assim, foi o Coritiba quem saiu na frente, marcando o primeiro gol da partida com Norberto. Mas o destino reservava uma bela surpresa: aos 19 minutos da segunda etapa, o lateral-esquerdo Ednelson empatou a partida, para a explosão da entusiasmada da torcida tricolor, que comemorava o seu primeiro título.

Ficha Técnica:

Paraná Clube 1 x 1 Coritiba
Local: Estádio Major Antonio Couto Pereira
Árbitro: Afonso Vitor de Oliveira
Público: 22.952
Gol: Ednelson aos 19 minutos do 2º tempo
Equipe: Celso Cajuru, Balu, Castro, Gralak e Ednelson; João Antonio, Adoilson e Marquinhos Ferreira; Carlinhos (Ney), Saulo e Serginho (Servilho).
Técnico: Otacílio Gonçalves.

Campanha

26 jogos, 17 vitórias, 5 empates, 4 derrotas, 52 gols pró, 20 gols contra e saldo de 32 gols.

Toledo 0 x 1 Paraná Clube 28/07/1991
Paraná Clube 2 x 1 Foz do Iguaçu 04/08/1991
Apucarana 0 x 0 Paraná Clube 11/08/1991
Paraná Clube 2 x 1 Londrina 18/08/1991
Operário 0 x 2 Paraná Clube 25/08/1991
Paraná Clube 2 x 0 9 de Julho 01/09/1991
Paraná Clube 1 x 1 Cascavel 04/09/1991
Matsubara 1 x 4 Paraná Clube 08/09/1991
Paraná Clube 3 x 1 Arapongas 14/09/1991
Paraná Clube 4 x 1 Grêmio Maringá 18/09/1991
Atlético/PR 1 x 1 Paraná Clube 22/09/1991
Sport 2 x 1 Paraná Clube 29/09/1991
Paraná Clube 2 x 0 Coritiba 06/10/1991
Toledo 3 x 0 Toledo 13/10/1991
Foz do Iguaçu 0 x 1 Paraná Clube 16/10/1991
Paraná Clube 1 x 0 Apucarana 20/10/1991
Londrina 1 x 6 Paraná Clube 27/10/1991
Paraná Clube 4 x 0 Operário 30/10/1991
9 de Julho 1 x 1 Paraná Clube 03/11/1991
Cascavel 0 x 1 Paraná Clube 06/11/1991
Paraná Clube 1 x 2 Matsubara 10/11/1991
Arapongas 1 x 4 Paraná Clube 17/11/1991
Grêmio Maringá 1 x 2 Paraná Clube 20/11/1991
Paraná Clube 0 x 1 Atlético/PR 24/11/1991
Paraná Clube 3 x 2 Sport 01/12/1991
Coritiba 1 x 1 Paraná Clube 08/12/1991

Campanha

26 jogos, 17 vitórias, 5 empates, 4 derrotas, 52 gols pró, 20 gols contra e saldo de 32 gols.

Campeão Brasileiro da Série B 1992

Na noite de sábado, dia 11 de julho de 1992, o Paraná Clube provou, pela segunda vez, que sua sina é vencer. Depois de conquistar o título de campeão paranaense em dois anos de vida, o tricolor obteve em Salvador, na Bahia, o campeonato da Divisão Classificatória do Brasileiro. O resultado de 1x0 sobre o Vitória assegurou o novo triunfo do Paraná Clube. A conquista tricolor acendeu num domingo de sol, o ânimo do curitibano. A cidade foi pintada de vermelho, azul e branco, para receber a delegação paranista. Sem poder partilhar da festa do título no Estádio da Fonte Nova, cerca de 25.000 tricolores se espalharam pelo trajeto entre o aeroporto Afonso Pena e o Estádio Durival Britto, para aplaudir os campeões. Ao longo dos 15 quilômetros que ligam o terminal aéreo à Vila Capanema, não se via outra coisa senão bandeiras, camisas, distintivos e faixas que, empunhadas pelos torcedores, saudavam o Tricolor da Vila!

Ficha Técnica:

Vitória 0 x 1 Paraná Clube
Local: Estádio da Fonte Nova (Salvador/BA)
Árbitro: Márcio Rezende de Freitas
Público: 60.442 pagantes
Gol: Saulo aos 9 min do 2º tempo
Equipe: Luiz Henrique, Balu, Gralak, Servilho e Ednelson; João Antonio, Adoilson(Neguinho) e Marquinhos Ferreira; Maurílio, Saulo e Serginho.
Técnico: Otacílio Gonçalves

Campeão Paranaense 1993

O Paraná Clube parecia estar fadado a ser dono dos títulos incontestáveis, a medida que se estabelecia como potência do estado e aumentava ano a ano sua galeria de troféus. Depois de 1991, quando conquistou o Campeonato Paranaense através da honesta fórmula de pontos corridos, o tricolor voltou a dar a volta olímpica, no dia 14 de agosto de 1993, sem que uma gota de dúvida respingasse em sua faixa de Campeão Paranaense.

A emoção dos quase 17.000 tricolores que se acotovelavam no Estádio Durival Britto começou logo aos 6 minutos do primeiro tempo, quando num cruzamento de Tiba, com a participação de Luiz Américo enganando a zaga, Claudinho concluiu para o fundo das redes do Matsubara.

Aos 28 minutos da mesma etapa, Claudinho voltou a marcar, aproveitando a cobrança de um escanteio. Mas o gol do título foi um privilégio do meio-campista Tiba. A um minuto do segundo tempo, ele usou a cabeça para por fim na temporada de 93 e iniciar a festa do campeão, regada, como manda a tradição, por 5.500 litros de chopp.

Ficha Técnica:

Jogo: Paraná Clube 3 x 1 Matsubara
Local: Estádio Durival Britto
Árbitro: José Carlos Meger
Público: 16.568
Gols: Claudinho aos 6 e aos 28 min do 1º tempo e Tiba a 1 min do 2º tempo.
Equipe: Régis, Marques, Gralak, Marcão e Ednelson; João Antonio, Adoilson e Tadeu (Ney); Luiz Américo, Claudinho e Tiba (Luisão).
Técnico: Levir Culpi.

Bicampeão Paranaense 1994

A certeza de que a conquista do bicampeonato regional seria alcançada pelo Paraná Clube foi o combustível que moveu os tricolores a enfrentar a maratona de domingo, dia 6 de junho de 1994, uma manhã um tanto quanto carrancuda em Curitiba.

A distância de 12 km, que separa o Estádio Erton Coelho Queiróz do centro de Curitiba não foi obstáculo para nenhum dos 13.000 torcedores que pagaram ingresso para participar da festa do título. De ônibus, de carro, de carona ou a pé, eles percorreram o trajeto guiados por uma euforia que começou a cercar o local do jogo logo às 7 horas da manhã e só acabou a noite, quando a última gota de chopp foi consumida na comemoração do bicampeonato realizada na Vila Capanema.

Naquele dia, o Paraná não realizava uma boa partida. O Londrina dificultava as coisas para o tricolor. Adoilson já havia desperdiçado a grande chance de decidir o título ao perder uma penalidade máxima, defendida pelo goleiro Julio Cesar do tubarão. Mas, aos 44 minutos, com a torcida já meio desiludida, o mesmo Adoilson foi buscar uma bola praticamente perdida junto à linha de fundo, cruzou alto e Ney Júnior testou para o fundo das redes. Era o gol do título de bicampeão.

Ficha Técnica:

Jogo: Paraná Clube 1 x 0 Londrina
Local: Estádio Erton Coelho Queiroz
Árbitro: Carlos Jack Rodrigues Magno
Público: 14.007
Gol: Ney Júnior aos 44 min do 2º tempo.
Equipe: Régis, Roberval, Marcão, Edinho e Denilson; Cássio, João Antonio, Adoílson e Luiz Américo; Claudinho (Paulo Miranda) e Ney Júnior.
Técnico: Rubens Minelli.

Tricampeão Paranaense 1995

A bola, sábia como é, às vezes judia da gente. Ameaça até cometer atos de injustiça. Mas via de regra, ela premia o melhor. Em 1995, não foi diferente. Como já havia acontecido em 91, 93 e 94, também em 95, o Paraná Clube foi justiçado pela bola. Afinal, foi o time que melhor tratou a dona do jogo. O Paraná era TRI.

A façanha do tricolor da vila foi consolidada aos 45 minutos do segundo tempo da decisão, quando o meio campista Denilson, através de um petardo, cravou 1 x 0 na vitória contra o Coritiba. O Pinheirão, que recebeu um público total de 30.000 torcedores, explodiu numa alegria vermelha, azul e branca. Era a rotina da felicidade, que venceu a tarde fria de domingo e acabou no limiar da noite no Estádio Durival Britto, sempre embalada pelos gritos de "TRI Campeão..... TRI Campeão".

Eram 45 minutos, quando um jogador coxa vacilou na meia cancha, perdendo a bola para Paulo Miranda, que tocou para Saulo. Este chamou a marcação da zaga e obrigou o goleiro adversário a sair do gol. Aí, Saulo tocou para Denilson que vinha de trás e encheu o pé. A bola foi como um míssil rumo a meta adversária. Era o gol do título do Tricampeonato!

Ficha Técnica:

Paraná Clube 1 x 0 Coritiba
Local: Estádio do Pinheirão
Árbitro: Luiz Carlos Pinto de Abreu
Público: 29.207
Gol: Denilson aos 45 min do 2º tempo.
Equipe: Régis, Gil Baiano, Edinho, Ageu e Guilherme; Hélcio (Rossano), João Antonio, Paulo Miranda e Ricardinho (Denilson); Claudinho e Saulo.
Técnico: Otacílio Gonçalves.

Tetracampeão Paranaense 1996

No domingo da decisão nem parecia que era o Paraná Clube que precisava do empate na partida para ficar com o título. O Coritiba, que precisava não de um gol, mas de três, não ofereceu perigo nenhum à meta de Régis nos 45 minutos iniciais, enquanto o tricolor chegou por três vezes com chances reais de conferir.

A segunda etapa começou até mais equilibrada, mas aos 17 minutos, com a expulsão de Jorge Antônio, a torcida iniciou a festa da arquibancada do Couto Pereira. O time, empolgado, partiu para cima e quase chegou lá aos 31 minutos, quando, aproveitando um cruzamento de Ricardinho, o atacante Flávio carimbou o travessão.

O golpe final nas pretensões alviverdes foi dado aos 43 minutos. Em um rápido contra ataque, Paulo Miranda recebeu a bola pela direita e tocou para Ricardinho bater forte, no canto direito de Anselmo. Era a chave de ouro que faltava para fechar a conquista do tetra.

Ficha Técnica:

Paraná Clube 1 x 0 Coritiba
Local: Estádio Major Antonio Couto Pereira
Árbitro: Francisco Carlos Vieira
Público: 31.368
Gol: Ricardinho aos 43 min do 2º tempo.
Equipe: Régis, Gil Baiano, Marcão, Edinho e Fábio; Tcheco (Luciano), Sidnei, Paulo Miranda e João Santos; Mazinho Loyola (Ricardinho) e Carlos Alberto Dias.
Técnico: Antônio Lopes.

Pentacampeão Paranaense 1997

O último clássico

Jogando no Pinheirão, para um público superior a 15 mil pessoas, o Paraná Clube jogou contra o Coritiba, no último clássico do Campeonato Paranaense de 1997.

Aos 46 minutos do primeiro tempo, Lamônica foi apoiar o ataque e de cabeça, marcou o primeiro gol do Tricolor. Denílson, que já havia feito gols decisivos nos últimos Campeonatos, deixou sua marca aos 19 do segundo tempo.

Mas o Paraná não estava satisfeito. Por isso, Claudinho, aos 42 minutos da etapa final, fechou o placar com um 3 x 0, e um show de bola em cima do Coritiba. Logo após o apito final do árbitro, a torcida já gritava PENTACAMPEÃO, mesmo sabendo que ainda faltava um ponto para a conquista do título.

O jogo do Penta

O Paraná Clube derrotou com facilidade o União Bandeirante por 3 a 0, e conquistou o pentacampeonato paranaense.

Na história do futebol do Paraná, foi a terceira vez que um time conquistou cinco títulos seguidos. Antes, o Britânia (1919 a 1924) e o Coritiba (1971 a 1976) haviam sido hexacampeões.

Ricardinho abriu o marcador aos 3 minutos do primeiro tempo. Caio Júnior ampliou aos 41. Aos 5 minutos do segundo tempo, o mesmo Caio Júnior pediu a conta, e decretou o placar de 3 a 0. Logo após o apito final do árbitro, a torcida tricolor invadiu o gramado para comemorar o Pentacampeonato, fazendo uma festa colorida em vermelho, azul e branco.

Ficha Técnica:

Paraná Clube 3 x 0 União Bandeirante
Local: Estádio Érton Coelho Queiroz
Árbitro: José Carlos Meger
Gols: Ricardinho aos 3 min do 1º tempo, Caio Júnior aos 41 min do 1º tempo e aos 5 min do 2º tempo.
Equipe: Régis, Denílson, Ageu, Fabiano, e Wendell; Sidnei, Reginaldo, Osmar e Ricardinho; Mazinho Loyola (Claudinho) e Caio Júnior.
Técnico: Rubens Minelli.

Campeão Brasileiro 2000

Copa João Havelange (Módulo Amarelo)

O torcedor pôde comemorar, pois o Paraná Clube foi novamente Campeão Brasileiro. Como aconteceu em 1992, o tricolor foi buscar o título fora de casa.

Tudo começou com um segundo semestre conturbado. Com a confusão armada pelo Gama/DF contra a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o Botafogo/RJ, o Campeonato Brasileiro acabou não surgindo, entrando em seu lugar a Copa João Havelange. A partir daí, regras e regulamentos foram deixados de lado, imperando uma grande injustiça com a entrada de clubes como Fluminense/RJ, Bahia/BA, Juventude/RS, América/MG e o próprio Botafogo na competição, mas que na verdade deveriam estar na antiga Segunda Divisão. Com o campeonato inchado, devido a presença de 114 equipes divididas em módulos azul, amarelo, verde e branco, o Clube dos Treze recusou a presença do Paraná Clube entre as principais equipes, o colocando no Módulo Amarelo. Não satisfeita por já ter prejudicado a equipe paranaense, a organização elaborou a tabela de tal forma que, nos nove jogos do mando tricolor, sete foram marcados para o meio de semana, diminuindo bastante a possibilidade de boas rendas.

Entretanto, contra tudo e contra todos, o Paraná Clube provou novamente que futebol é decidido dentro do gramado. A estréia foi dramática contra o Marcílio Dias de Itajaí/SC, com gol marcado no último minuto e de pênalti. Ainda sob o comando do técnico Ary Marques, o Paraná foi vencendo as partidas em casa, mas não tendo o mesmo desempenho longe de Curitiba.

Percebendo a necessidade de mudança, a diretoria tricolor trouxe o técnico Geninho. E, logo na estréia, uma boa vitória sobre o Botafogo de Ribeirão Preto/SP por 2 a 1. A equipe cresceu de rendimento e começou a vencer partida atrás de partida, tanto em Curitiba como em outras cidades. Classificado em terceiro do grupo na primeira fase, o Paraná enfrentou nos jogos eliminatórios Anapolina/GO, Bangu/RJ, Remo/PA e São Caetano/SP para se classificar entre os 16 melhores da Copa João Havelange. Com os dois primeiros adversários, o tricolor praticamente garantiu a classificação em Anápolis/GO e Rio de Janeiro/RJ, vencendo por 1 a 0 e 3 a 0 respectivamente.

No jogo decisivo contra o Remo de Belém do Pará, o primeiro confronto foi em Curitiba, e depois de 90 minutos de pressão, o gol não aconteceu. O placar de 0 a 0 deixou a torcida paranista preocupada, mas não abalou os jogadores nem a comissão técnica, que sabiam do potencial da equipe. Com mais de 55 mil pessoas no estádio Mangueirão, a torcida belenense já comemorava antecipadamente a classificação. Só que com apenas três minutos de jogo, eles mudaram de idéia, ao assistir Ageu cobrar uma falta no ângulo para boa defesa do goleiro, e Fernando chutar outra bola no travessão, além de Lúcio Flávio com um toque sutil tirar tinta da trave. Não demorou muito para que Flávio calasse a multidão com um gol de cabeça. No segundo tempo, a esperança do Remo surgiu com um pênalti inexistente. Mesmo com o empate e o barulho ensurdecedor da torcida, os jovens jogadores do Paraná Clube não se abalaram, e faltando dez minutos para o final do jogo, Márcio também de cabeça marcou o gol da vitória. “Sabia que ia chegar o meu momento. Raspei o cabelo e marquei esse gol muito importante para o Paraná e para mim”, comemorou o centroavante que havia entrado no lugar de Flávio. Inconsolados, os torcedores do Remo tiveram que admirar o excelente futebol apresentado pelos heróis paranistas.

Em Curitiba, o elenco teve uma recepção calorosa da torcida tricolor, que invadiu o Aeroporto Afonso Pena e as ruas da cidade até o Durival de Britto e Silva, onde comemoraram com muita cerveja, trio elétrico e show pirotécnico.

Só que a festa não parou por aí. Na decisão do Módulo Amarelo, o Paraná enfrentou o São Caetano, equipe com melhor ataque da competição. No primeiro jogo, um empate em 1 a 1 no estádio Durival Britto. Mas como em outras decisões, o tricolor entrou com moral no jogo fora de casa e logo aos onze minutos do primeiro tempo vencia em São Paulo por 2 a 0. Com um futebol determinado, defesa compacta e um ataque rápido, o Paraná Clube mostrou para todo o Brasil que seu lugar é e sempre será na elite do futebol nacional.

Ficha Técnica:

São Caetano 1 x 3 Paraná Clube
Local: Estádio Palestra Itália (São Paulo).
Arbitragem: Marcos Antônio Barros Café/AC, Charles Antônio de Souza/AC e Jéferson de Holanda Cunha/AC
Cartão vermelho: Dininho, aos 45 min do 2º tempo.
Gols: André aos 8 min do 1º tempo (Paraná), Reinaldo aos 11 min do 1º tempo (Paraná), Aílton aos 11 min do 2º tempo (São Caetano) e Frédson aos 41 min do 2º tempo (Paraná).
São Caetano: Sílvio Luiz; Japinha (Nelsinho), Daniel, Dininho e César; Claudecir, Esquerdinha, Aílton e Marcão (Leto); Zinho (Alex Rossi) e Wágner. Técnico: Jair Picerni.
Paraná Clube: Marcos; Gil Baiano (Fabrício), Hílton, Nem e André; Hélcio, Fernando Miguel, Lúcio Flávio (Frédson) e Ronaldo Alfredo; Reinaldo e Flávio (Narcízio). Técnico: Geninho.

Campeão Paranaense 2006

Após nove anos sem conquistar um título estadual, a torcida do Paraná Clube pôde enfim comemorar novamente.

O Campeonato Paranaense de 2006 foi disputado inicialmente entre dois grupos de oito equipes que se enfrentavam em turno e returno para classificarem-se os quatro primeiros de cada grupo para as quartas-de-final. O Paraná Clube pertencia ao grupo B, juntamente com Coritiba, Londrina, ADAP, Roma, Paranavaí, União Bandeirante e Toledo. Faziam parte do grupo A as equipes do Atlético, Iraty, Cianorte, Francisco Beltrão, J. Malucelli, Rio Branco, Nacional e Galo Maringá.

Depois de um início irregular devido ao pouco tempo de preparo, pelas curtas férias após o Campeonato Brasileiro do ano anterior e também pela falta de entrosamento dos novos jogadores do elenco, o Paraná Clube conquistou a primeira colocação do Grupo B, com 26 pontos em 14 jogos. Obteve 7 vitórias, 5 empates e 2 derrotas, com 24 gols pró e 13 contra, obtendo assim, um saldo positivo de 11 gols.

Com a vantagem de ser o primeiro colocado do Grupo B, o Paraná Clube enfrentou o Iraty, quarto colocado do Grupo A. Na primeira partida, na casa do adversário, o Tricolor venceu o Azulão por 1 a 0. Na partida de volta, em uma tarde chuvosa no Pinheirão, o placar ficou em 1 a 1, resultado que garantiu a classificação paranista para a semi-final. Na partida seguinte, o Paraná Clube enfrentou o Rio Branco. No primeiro embate, disputado em Paranaguá, o Tricolor venceu o Leão da Estradinha por 2 a 1. No jogo de volta, em uma quarta-feira à noite, o tricolor goleou o Rio Branco por 3 a 0, garantindo a vaga para a final.

A final foi disputada contra a ADAP (Associação Desportiva Atlética do Paraná) que garantiu a classificação após eliminar o Atlético e o Coritiba. A primeira partida da final foi disputada em Maringá, no Estádio Willie Davids, onde o Tricolor venceu por 3 a 0. A partida de volta, finalíssima, foi disputada no dia 09 de Abril de 2006 no Estádio Pinheirão e contou com a presença de mais de 25 mil pessoas. O Tricolor podia perder por até 2 a 0, que ainda assim seria campeão. A torcida paranista já festejava a conquista antes mesmo do início do jogo. Mas a equipe da ADAP foi quem marcou o primeiro gol da partida, no início do 2º tempo, aos 11 minutos. Esperança que pouco durou aos maringaenses, pois 8 minutos após, em uma cobrança de falta, Marcelinho empatou a partida, para o delírio da nação paranista presente no estádio.

A festa oficial começou logo após o apito final da partida, quando os atletas do Paraná Clube receberam a Taça de Campeão Paranaense 2006 – e para alegria dos torcedores presentes – deram a volta olímpica no Estádio Pinheirão. Na seqüência, os heróis paranistas foram premiados com as medalhas de campeões. Além da medalha, o goleiro Flávio foi presenteado com o troféu de goleiro menos vazado do campeonato, com uma média de menos de um gol tomado por partida.

Após a festa no Pinheirão, atletas, comissão técnica e diretoria seguiram em carreata com trios elétricos e um caminhão de bombeiros em direção à Praça Bento Munhoz da Rocha, a Praça do Paraná Clube, em frente à Sede Social na Avenida Presidente Kennedy, onde agradeceram o carinho e apoio da torcida paranista durante todo o campeonato e comemoraram o título com o grito de “É CAMPEÃO!”.

Ficha Técnica:

Paraná Clube 1 X 1 ADAP
Data: 09/04/2006 (Domingo)
Local: Estádio Pinheirão (Curitiba/PR)
Árbitro: Cleivaldo Bernardo
Auxiliares: Rogério Carlos Rolim e Faustino Vicente Lopes
Cartões Amarelos: Beto, Rafael Muçamba e Marcelinho (Paraná) e Batista (ADAP)
Público pagante: 23.118 pessoas
Público total: 25.306 pessoas
Renda: R$ 352.080,00
Gols: Warlley aos 11 min do 2º tempo (ADAP) e Marcelinho aos 19 min do 2º tempo (Paraná).
Paraná Clube: Flávio; Émerson, Gustavo (Serginho), João Paulo; Goiano, Beto, Muçamba, Marcelinho (Elton), Sandro, Edinho; Leonardo (Vandinho).
Técnico: Luiz Carlos Barbieri.
ADAP: Fábio; Ângelo, Alex Noronha, Dezinho e Mineiro (Souza); Leandro, Batista, Felipe Alves e Ivan; Warlley (Gildásio) e Marcelo Peabiru (Lino). Técnico:Gilberto Pereira.

Tênis
Escolinha de Futebol
CFA
Bolão
Futsal
Musculação
Loja da Gralha
Torcida Cachecol
Associe-se Programa SemPRe Torcedor
Gralha Azul Tricolor
Últimas Notícias
História
Natação
Locação de Salões